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Na tentativa de aliar modernidade, sofisticação e resistência, os móveis de vidro ganham espaço no mercado não apenas no quesito decoração, mas também pela praticidade que confere o material. Um exemplo claro desta versatilidade são as prateleiras de vidro, que vem substituindo materiais tradicionais, como explica Luís Fernando Schmidt, gerente administrativo da Vidronovo. “As prateleiras de vidro são muito utilizadas em estabelecimentos comerciais, como lojas e supermercados e conferem ao ambiente um aspecto clean em relação ao uso de madeiras ou pedras”, destaca.

A utilidade das prateleiras de vidro não se restringe apenas à ambientes comerciais; elas podem fazer parte da decoração residencial, principalmente quando o propósito é organizar e economizar espaço. “O mercado das prateleiras de vidro é bem amplo: podemos ter prateleiras de diversos tamanhos, modelos e destinadas para diversos fins, desde uso residencial até comercial e industrial, conferindo ambientes esteticamente bem resolvidos”, aponta Schmidt.

As prateleiras de vidro, para fins residenciais, podem ser encontradas em vidraçarias e lojas especializadas em decoração. Mas, se o interesse for para o comércio, elas podem ser encontradas em revendas especializadas em montagem de lojas. Além disso, são fáceis de serem colocadas. “As instalações são simples e podem ser realizadas pelo próprio consumidor, ou se preferir, contratar mão-de-obra para execução, o que acontece com grandes volumes”, finaliza Luís Fernando.


As etapas do processo de fabricação

Denominados móveis modulares, o vidro utilizado para este fim é o comum, também conhecido como float, que em sua maioria é incolor e com espessura de 4 mm. Para atingir o modelo desejado, o vidro passa pelo processo de corte e acabamento com lapidadoras que modelam as arestas. Posteriormente, é tratado com polimento destas laterais já lapidadas, com o objetivo de conferir uma superfície lisa e brilhante. Em seguida, realiza-se a lavagem do material para eliminar impurezas e gorduras.

Para serem resistentes e seguros, os vidros seguem para o processo de têmpera, onde são submetidos em fornos com temperatura aproximada de 700°C e bruscamente resfriados. Esta etapa altera a estrutura molecular do material e garante dureza e resistência. Em casos de quebra, o vidro se parte em pequenos fragmentos arredondados, impedindo acidentes graves.